Será que possuímos um tal de Livre Arbítrio mesmo? Olha, se alguém me perguntar se tenho “livre-arbítrio”, a minha resposta curta é: não como as pessoas gostam de imaginar . A ideia romântica de que somos agentes 100% autónomos, a decidir tudo com a nossa “vontade pura”, parece gira numa frase motivacional… mas bate mal quando olhamos para a realidade com olhos de ver. Primeiro: ninguém escolhe nascer. Não escolhes o país, não escolhes a época, não escolhes a família, não escolhes a cultura, não escolhes sequer o cérebro com que nasceste. Isto logo à partida limita brutalmente o teu conjunto de escolhas possíveis. É como entrares num jogo em que já tens uma mão de cartas pré-determinadas e alguém te diz “tens total liberdade para jogar”… pois, liberdade, sim, mas dentro das cartas que já te calharam, e que tu não escolheste. Depois, tens o impacto óbvio da educação, dos traumas, das pessoas que conheces, da sorte que tens (ou não ten...
Faremos nossa Reflexão, de forma mais figurativa, valendo-se de Mensagens do The Virgorcules, muito legal. Apenas o Contexto e a Conclusão Final será por nós mesmo! Vamos lá? VEJA COMO PERDER O RESPEITO DAS PESSOAS CONTEXTO e CONCLUSÃO FINAL, POR NÓS MESMO À Luz das 7 Atitudes Negativas elencadas, acima, pelo The Virgorcules, pergunto: É possível confiar em alguém. mas, desconfiando? À Primeira vista, não pensaríamos 2 vezes e diríamos que NÃO, não é possível. Afinal, certamente, seríamos prejudicados em tal confiança. O QUE FAZER EM RELAÇÃO AO DESCONFORTO DESTA DESCONFIANÇA A primeira solução seria NÃO CONFIAR MESMO, pois caso o contrário estaríamos sujeitos a tomar algum tipo de prejuízo, seja na esfera pessoal, física, mental, espiritual e/ou Financeira, principalmente se não for uma pessoa de nosso relacionamento; E, a segunda opção seria CONFIAR, MAS DESCONFI...